Diamba lota o Pelô
Projeto Te Encontro no Pelô faz sucesso no Centro Histórico da capital baiana
Por: Yordan Bosco
O largo Tereza Batista ficou pequeno para a quantidade de pessoas que foram até o local curtir as músicas com mensagens de paz e positividade. A banda Diamba abriu a temporada do projeto “Te Encontro no Pelô”, que integra a agenda do Pelourinho Cultural, programa da Secretaria Estadual de Cultura que vai levar ensaios semanais da banda de reggae todas as quintas-feiras do mês de novembro.
Flores e velas ornamentavam o palco. O jogo de luzes acompanhava cada acorde da banda. A plateia acompanhou e cantou canções consagradas nos três discos da banda, a exemplo de “Loucura maior” e “Eu piro quando você passa”. Além do repertório conhecido, a surpresa da noite foram os novos arranjos e canções inéditas do próximo CD, com previsão de lançamento no primeiro semestre de 2011.
A noite de reggae music no Pelô foi mesmo um presente para os fãs, que foram ao delírio. “Sempre venho aos shows no Pelourinho, aqui tenho a oportunidade de assistir a apresentações de qualidade por um preço barato. E o reggae de raiz hoje não poderia perder”, expressou a bibliotecária Raquel Bandeira.
A Diamba subiu ao palco com os cinco componentes da formação original da banda para uma apresentação que parecia não ter fim. A cada canção da banda novos pedidos pelo público. “Pelo menos uma vez no ano a Diamba vem tocar no Pelourinho. Seja em show próprio ou como convidado. Aqui foi onde tudo começou, não abandonamos este lugar”, expressou o cantor do quinteto, Duda Sepúlveda, sobre a relação de carinho da banda com o Pelourinho.
Além de reggae alternativo da Diamba, passou pelo Largo Tereza Batista o grupo Ministério Público com músicas inspiradas em tradições Jamaicanas surgidas nos anos 50. Considerada a primeira soudsystem – sistema de som da Bahia -, o Ministério Público busca divulgar reggae jamaicano de artistas não muito conhecidos pelo público.
“A idéia é fazer um baile jamaicano. Tocamos em festa de largo, guetos, praças e qualquer lugar onde possamos levar nossa mensagem”, disse o integrante do grupo, Fael Primeiro.
Missão musical mesclada ao social. Assim pode ser traduzida a Casco Cabeça, outra banda que marcou presença no show de abertura da temporada do projeto “Te Encontro no Pelô”.
Focado na mensagem ambiental, o grupo cantou musicas como a “Punk Animal”, um rock pesado que retrata a visão das tartarugas em relação aos humanos. “Foi nossa primeira vez no Pelô. Eu espero que a banda tenha vida longa aí pela frente nesse lugar tão especial, desejou o tecladista da Casco Cabeça, Dudu Rodrigues.
O Pelô não pára – Ainda como opção da noite do Centro Histórico, o Pelourinho Cultural levou ao Largo Pedro Arcanjo o “Encontro de Sanfoneiros de Oito Baixos”. No palco, os irmãos Luizinho Calixto e Zé Calixto, da Paraiba, e Deusdete Ezequiel, conhecido como Rato Branco, e Landinho Pé de Bode da Bahia garantiu o bom som e o ritmo aos passos de quem dançava no salão com canções mescladas ao Chorinho, MPB, Valsa e até Tango. Para quem quiser curtir a apresentação ainda há tempo. Os mestres das sanfonas se apresentam até domingo, no Largo Pedro Arcanjo, sempre às 20h. A entrada é franca.
Flores e velas ornamentavam o palco. O jogo de luzes acompanhava cada acorde da banda. A plateia acompanhou e cantou canções consagradas nos três discos da banda, a exemplo de “Loucura maior” e “Eu piro quando você passa”. Além do repertório conhecido, a surpresa da noite foram os novos arranjos e canções inéditas do próximo CD, com previsão de lançamento no primeiro semestre de 2011.
A noite de reggae music no Pelô foi mesmo um presente para os fãs, que foram ao delírio. “Sempre venho aos shows no Pelourinho, aqui tenho a oportunidade de assistir a apresentações de qualidade por um preço barato. E o reggae de raiz hoje não poderia perder”, expressou a bibliotecária Raquel Bandeira.
A Diamba subiu ao palco com os cinco componentes da formação original da banda para uma apresentação que parecia não ter fim. A cada canção da banda novos pedidos pelo público. “Pelo menos uma vez no ano a Diamba vem tocar no Pelourinho. Seja em show próprio ou como convidado. Aqui foi onde tudo começou, não abandonamos este lugar”, expressou o cantor do quinteto, Duda Sepúlveda, sobre a relação de carinho da banda com o Pelourinho.
Além de reggae alternativo da Diamba, passou pelo Largo Tereza Batista o grupo Ministério Público com músicas inspiradas em tradições Jamaicanas surgidas nos anos 50. Considerada a primeira soudsystem – sistema de som da Bahia -, o Ministério Público busca divulgar reggae jamaicano de artistas não muito conhecidos pelo público.
“A idéia é fazer um baile jamaicano. Tocamos em festa de largo, guetos, praças e qualquer lugar onde possamos levar nossa mensagem”, disse o integrante do grupo, Fael Primeiro.
Missão musical mesclada ao social. Assim pode ser traduzida a Casco Cabeça, outra banda que marcou presença no show de abertura da temporada do projeto “Te Encontro no Pelô”.
Focado na mensagem ambiental, o grupo cantou musicas como a “Punk Animal”, um rock pesado que retrata a visão das tartarugas em relação aos humanos. “Foi nossa primeira vez no Pelô. Eu espero que a banda tenha vida longa aí pela frente nesse lugar tão especial, desejou o tecladista da Casco Cabeça, Dudu Rodrigues.
O Pelô não pára – Ainda como opção da noite do Centro Histórico, o Pelourinho Cultural levou ao Largo Pedro Arcanjo o “Encontro de Sanfoneiros de Oito Baixos”. No palco, os irmãos Luizinho Calixto e Zé Calixto, da Paraiba, e Deusdete Ezequiel, conhecido como Rato Branco, e Landinho Pé de Bode da Bahia garantiu o bom som e o ritmo aos passos de quem dançava no salão com canções mescladas ao Chorinho, MPB, Valsa e até Tango. Para quem quiser curtir a apresentação ainda há tempo. Os mestres das sanfonas se apresentam até domingo, no Largo Pedro Arcanjo, sempre às 20h. A entrada é franca.
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