Olimpinho é homenageado
Monumento em homenagem a Olimpinho é inaugurado na praça de Amaralina
Por: Miguel Brussel
Um dos maiores ídolos do surf baiano, Olímpio Batista, o Olimpinho, foi homenageado no último sábado (31/5), com a inauguração de um monumento na praça de Amaralina, em frente à praia do Quebra Coco, local em que aprendeu a surfar.
O monumento foi uma iniciativa da comunidade do Nordeste de Amaralina, através da Associação de Surf de Amaralina (ASA), que teve o apoio da Prefeitura de Salvador, através da Secretaria de Esporte.
Em meio a muita emoção, a comunidade relembrou com carinho do ídolo. “Apesar das dificuldades como a falta de equipamento, Olimpinho se impôs. Não tinha prancha, começou de outra forma, surfando de ‘taubinha’ ou então reciclando pranchas velhas, abandonadas pelos seus donos. Desencapava, fazia um novo shaper e laminava de novo”, relembra o salva-vidas Jorge Cerqueira.
“Assim, Olimpinho disputou de igual para igual, vencendo muitas vezes, a surfistas como Hilton Issa, Rogério Rezende e Guiga Matos, que estavam entre os melhores daquela época e tinham os melhores equipamentos. Destaco Olimpinho como uma pessoa da comunidade que se introduziu de forma brilhante no cenário do surf baiano”, completa Jorge Rasta, como é mais conhecido o salva-vidas.
A esperança da comunidade do Nordeste de Amaralina é de que Olimpinho se torne um símbolo, como muitos personagens da cultura negra. “Numa época em que as oportunidades negativas são muitas, queremos apresentar para a comunidade do Nordeste de Amaralina uma oportunidade através do surf. A nossa proposta é gerar emprego e renda na comunidade. Queremos que a nossa homenagem não fique apenas no monumento, mas que seja construída aqui a Escola Olimpinho de Surf para as crianças da comunidade”, revela o diretor administrativo da ASA, Antônio Bomfim.
Numa época em que a rivalidade entre as turmas dos bairros fomentava o localismo, Olimpinho tinha como arma um sorriso contagiante e uma enorme simpatia. Sempre sorrindo, ele venceu campeonatos de surf profissional na Bahia, um campeonato de longboard no Hawaii (na estréia nas competições da categoria), um Brasileiro de Longboard na praia da Macumba, contra adversários como Picuruta Salazar e Amaro Matos.
Muito mais do que uma escola de surf, Olimpinho merece que seja criada em seu bairro a Fundação Olimpinho Pro Surf, uma entidade com proposta de formar cidadãos preparados para a vida.
O monumento foi uma iniciativa da comunidade do Nordeste de Amaralina, através da Associação de Surf de Amaralina (ASA), que teve o apoio da Prefeitura de Salvador, através da Secretaria de Esporte.
Em meio a muita emoção, a comunidade relembrou com carinho do ídolo. “Apesar das dificuldades como a falta de equipamento, Olimpinho se impôs. Não tinha prancha, começou de outra forma, surfando de ‘taubinha’ ou então reciclando pranchas velhas, abandonadas pelos seus donos. Desencapava, fazia um novo shaper e laminava de novo”, relembra o salva-vidas Jorge Cerqueira.
“Assim, Olimpinho disputou de igual para igual, vencendo muitas vezes, a surfistas como Hilton Issa, Rogério Rezende e Guiga Matos, que estavam entre os melhores daquela época e tinham os melhores equipamentos. Destaco Olimpinho como uma pessoa da comunidade que se introduziu de forma brilhante no cenário do surf baiano”, completa Jorge Rasta, como é mais conhecido o salva-vidas.
A esperança da comunidade do Nordeste de Amaralina é de que Olimpinho se torne um símbolo, como muitos personagens da cultura negra. “Numa época em que as oportunidades negativas são muitas, queremos apresentar para a comunidade do Nordeste de Amaralina uma oportunidade através do surf. A nossa proposta é gerar emprego e renda na comunidade. Queremos que a nossa homenagem não fique apenas no monumento, mas que seja construída aqui a Escola Olimpinho de Surf para as crianças da comunidade”, revela o diretor administrativo da ASA, Antônio Bomfim.
Numa época em que a rivalidade entre as turmas dos bairros fomentava o localismo, Olimpinho tinha como arma um sorriso contagiante e uma enorme simpatia. Sempre sorrindo, ele venceu campeonatos de surf profissional na Bahia, um campeonato de longboard no Hawaii (na estréia nas competições da categoria), um Brasileiro de Longboard na praia da Macumba, contra adversários como Picuruta Salazar e Amaro Matos.
Muito mais do que uma escola de surf, Olimpinho merece que seja criada em seu bairro a Fundação Olimpinho Pro Surf, uma entidade com proposta de formar cidadãos preparados para a vida.
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