Papo de surfista
Para Fabrício Fernandes, surfista é rara espécie de Homo sapiens
Por: Fabrício Fernandes
Surfista é mesmo uma espécie rara de Homo sapiens. Nos contagiamos com a mágica do esporte e, quando percebemos, já é tarde, estamos viciados!
Acordamos para ir ao trabalho, mas não deixamos de checar se as plantas da varanda estão balançando, se há nuvens no céu. Ficamos tentando imaginar como está o mar.
Se no caminho vamos pela orla, não desgrudamos os olhos um só segundo do oceano, em busca das ondulações ou mesmo de alguém descendo uma delas. Chegamos à empresa, mas mesmo realizando nossas tarefas não desligamos da possibilidade de que poderíamos estar surfando.
A mente vai longe, nos confins do planeta, em busca das ondas mais perfeitas. Nos intervalos surfamos a net para checar as previsões o fim de semana, as notícias dos campeonatos (será que o Curren volta? O Kelly ainda tem chances? E os brasileiros, o que está ocorrendo conosco?).
Checamos também a programação de surf na tv e os e-mails do nosso grupo de surfistas. Rabiscamos ondas nas pautas de reuniões e folheamos revistas de surf quando vamos almoçar.
As músicas são sempre as que inspiram surf. Quantas vezes nos pegamos correndo, pedalando ou mesmo dirigindo sozinho, e com as mãos ficamos fazendo os movimentos daquela manobra que tanto gostamos?
Quantas vezes nos imaginamos fazendo aquele longo bottom (cavada), encaixando perfeitamente na onda, esperando aquela linda placa de água salgada cair simetricamente sobre nossas cabeças, formando aquele tubo totalmente cilíndrico, e em sintonia, com joelhos juntos, corpo ereto e mão a deslizar pela parede da onda, somos cuspidos pela baforada?
Surfista vive para pegar onda, sentir a natureza, ficar largado na sombra tomando água de coco e, à noite, à beira da fogueira, tocar violão, comentar o mar do ano e, é claro, transformar toda a sua felicidade em cuidados e carinhos para sua princesa! Realmente somos uma espécie rara de Homo sapiens...
Acordamos para ir ao trabalho, mas não deixamos de checar se as plantas da varanda estão balançando, se há nuvens no céu. Ficamos tentando imaginar como está o mar.
Se no caminho vamos pela orla, não desgrudamos os olhos um só segundo do oceano, em busca das ondulações ou mesmo de alguém descendo uma delas. Chegamos à empresa, mas mesmo realizando nossas tarefas não desligamos da possibilidade de que poderíamos estar surfando.
A mente vai longe, nos confins do planeta, em busca das ondas mais perfeitas. Nos intervalos surfamos a net para checar as previsões o fim de semana, as notícias dos campeonatos (será que o Curren volta? O Kelly ainda tem chances? E os brasileiros, o que está ocorrendo conosco?).
Checamos também a programação de surf na tv e os e-mails do nosso grupo de surfistas. Rabiscamos ondas nas pautas de reuniões e folheamos revistas de surf quando vamos almoçar.
As músicas são sempre as que inspiram surf. Quantas vezes nos pegamos correndo, pedalando ou mesmo dirigindo sozinho, e com as mãos ficamos fazendo os movimentos daquela manobra que tanto gostamos?
Quantas vezes nos imaginamos fazendo aquele longo bottom (cavada), encaixando perfeitamente na onda, esperando aquela linda placa de água salgada cair simetricamente sobre nossas cabeças, formando aquele tubo totalmente cilíndrico, e em sintonia, com joelhos juntos, corpo ereto e mão a deslizar pela parede da onda, somos cuspidos pela baforada?
Surfista vive para pegar onda, sentir a natureza, ficar largado na sombra tomando água de coco e, à noite, à beira da fogueira, tocar violão, comentar o mar do ano e, é claro, transformar toda a sua felicidade em cuidados e carinhos para sua princesa! Realmente somos uma espécie rara de Homo sapiens...
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