Cilindros da primavera
Guto Boni e compatriotas curtem swell com altas ondas em Gold Coast, Austrália
Por: Douglas Cominski
Normalmente, nesta época do ano em Gold Coast, as ondas não passam de meio metro e as temperaturas são elevadas devido aos ventos que vêm do Norte.
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Porém, como todo este ano de 2010 foi diferente dos anos anteriores, a primavera chegou, e com ela entrou um bom swell de Leste com ventos do quadrante Sul, o que deixou os pointbreaks lisos e com vento terral.
Foram quatro ou cinco dias de pointbreaks nos picos de Snapper Rocks, Greenmount, Currumbim e Burleigh Heads, até a ondulação diminuir e o vento virar para Noroeste.
Há duas semanas, o vento virou para Noroeste e, com essa virada, as condições dos beach breaks mais ao Norte da Gold ficam perfeitas!
Sabendo disso, não pude deixar de surfar e fotografar as belas e tubulares ondas da ilha de Stradbroke.
As ondas estavam constantes e quebrando com séries de até 6 pés. O vento estava terral forte e a maré cheia foi às 7 da manhã. Com a maré secando, as ondas foram ficando cada vez mais tubulares, rasas e pesadas.
Havia vários surfistas profissionais quebrando na água, inclusive o australiano Bede Durbidge, e também havia vários brasileiros por lá fazendo a mala nos tubos australianos.
Fonte Shotspot.com.au
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Porém, como todo este ano de 2010 foi diferente dos anos anteriores, a primavera chegou, e com ela entrou um bom swell de Leste com ventos do quadrante Sul, o que deixou os pointbreaks lisos e com vento terral.
Foram quatro ou cinco dias de pointbreaks nos picos de Snapper Rocks, Greenmount, Currumbim e Burleigh Heads, até a ondulação diminuir e o vento virar para Noroeste.
Há duas semanas, o vento virou para Noroeste e, com essa virada, as condições dos beach breaks mais ao Norte da Gold ficam perfeitas!
Sabendo disso, não pude deixar de surfar e fotografar as belas e tubulares ondas da ilha de Stradbroke.
As ondas estavam constantes e quebrando com séries de até 6 pés. O vento estava terral forte e a maré cheia foi às 7 da manhã. Com a maré secando, as ondas foram ficando cada vez mais tubulares, rasas e pesadas.
Havia vários surfistas profissionais quebrando na água, inclusive o australiano Bede Durbidge, e também havia vários brasileiros por lá fazendo a mala nos tubos australianos.
Fonte Shotspot.com.au
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