Sonhos e pesadelos
Depois de pegar boas ondas na República Dominicana, Thiago Pinho sobrevive a terremoto no Haiti
Por: Redação SurfBahia
Em um curto período de férias do trabalho no Haiti, Thiago Pinho, free surfer baiano, aproveitou seus poucos dias de folga para realizar uma viagem à Republica Dominicana em busca de boas ondas pela região.
Logo depois de retornar da trip, Pinho sobreviveu ao terremoto que matou muitas pessoas no Haiti. Como está no interior do país, o baiano não chegou a sentir a potência do tremor de 7 graus na Escala Richter de magnitude que causou estragos em Porto Príncipe, capital haitiana.
"Estou bem, mas o clima está muito pesado por aqui e é grande o risco de faltar água, comida e luz. Estou esperando a hora de ir Santo Domingo (capital da República Dominicana) pegar o voo para minha casa", conta Pinho.
Criado no bairro da Pituba, Salvador, e frequentador assíduo de Guarajuba, Thiago Pinho chegou a disputar algumas competições na Bahia, principalmente do extinto circuito Uniclubes.
Logo depois de formar-se em Engenharia Civil, passou um tempo no Hawaii e depois retornou ao Brasil. Logo em seguida começou a trabalhar fora do país e a partir daí, sempre que pode, busca surfar um pico perfeito pelo mundo.
No Haiti, Thiago não chegou a encontrar ondas, mas ficou sabendo que a umas 5 horas de sua casa havia um pico irado chamado Cabarete, na República Dominicana.
"Sempre tive vontade de conhecer, mas me faltava tempo. Tive alguns dias de férias no período de Natal e ano novo e foi a oportunidade perfeita para checar este pico que todos falavam", comenta o baiano.
"Embarquei num "teco teco" até Santo Domingo e de lá peguei um "Guagua", nosso famoso ônibus, até um lugar chamado Souza. Deste local, peguei um táxi e com mais 20 minutos cheguei em Playa Cabarete", continua.
Cabarete é um fundo de coral que funciona parecendo Rocky Point, no Hawaii. "Fica localizado numa vila que me lembrou Itacaré, porém com menos estrutura. Fiquei hospedado no Allis Surf Camp, que me forneceu transporte e alimentação. Os custos não foram poucos, pois cheguei lá na alta estação, mas valeu a pena!", diz Thiago
"Viajei com a minha namorada e ela foi responsável por todas as fotos de surf da galeria desta matéria", fala Thiago, que tinha o plano de aproveitar uma nova folga no fim do mês para ir ao Hawaii surfar altas ondas e visitar o irmão, Joel.
Porém, o desastre no Haiti fez o baiano mudar seus planos e providenciar o retorno ao Brasil. No momento, Thiago está impossibilitado de viajar devido ao congestionamento no espaço aéreo.
Logo depois de retornar da trip, Pinho sobreviveu ao terremoto que matou muitas pessoas no Haiti. Como está no interior do país, o baiano não chegou a sentir a potência do tremor de 7 graus na Escala Richter de magnitude que causou estragos em Porto Príncipe, capital haitiana.
"Estou bem, mas o clima está muito pesado por aqui e é grande o risco de faltar água, comida e luz. Estou esperando a hora de ir Santo Domingo (capital da República Dominicana) pegar o voo para minha casa", conta Pinho.
Criado no bairro da Pituba, Salvador, e frequentador assíduo de Guarajuba, Thiago Pinho chegou a disputar algumas competições na Bahia, principalmente do extinto circuito Uniclubes.
Logo depois de formar-se em Engenharia Civil, passou um tempo no Hawaii e depois retornou ao Brasil. Logo em seguida começou a trabalhar fora do país e a partir daí, sempre que pode, busca surfar um pico perfeito pelo mundo.
No Haiti, Thiago não chegou a encontrar ondas, mas ficou sabendo que a umas 5 horas de sua casa havia um pico irado chamado Cabarete, na República Dominicana.
"Sempre tive vontade de conhecer, mas me faltava tempo. Tive alguns dias de férias no período de Natal e ano novo e foi a oportunidade perfeita para checar este pico que todos falavam", comenta o baiano.
"Embarquei num "teco teco" até Santo Domingo e de lá peguei um "Guagua", nosso famoso ônibus, até um lugar chamado Souza. Deste local, peguei um táxi e com mais 20 minutos cheguei em Playa Cabarete", continua.
Cabarete é um fundo de coral que funciona parecendo Rocky Point, no Hawaii. "Fica localizado numa vila que me lembrou Itacaré, porém com menos estrutura. Fiquei hospedado no Allis Surf Camp, que me forneceu transporte e alimentação. Os custos não foram poucos, pois cheguei lá na alta estação, mas valeu a pena!", diz Thiago
"Viajei com a minha namorada e ela foi responsável por todas as fotos de surf da galeria desta matéria", fala Thiago, que tinha o plano de aproveitar uma nova folga no fim do mês para ir ao Hawaii surfar altas ondas e visitar o irmão, Joel.
Porém, o desastre no Haiti fez o baiano mudar seus planos e providenciar o retorno ao Brasil. No momento, Thiago está impossibilitado de viajar devido ao congestionamento no espaço aéreo.
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