Bahia clássica
Erick Tedy registra Yagê Araújo e amigos bodyboarders no litoral baiano
Por: João Carlos
Antes de ser convidado por alguns amigos bodyboarders para fazer uma barca no último dia 20 de agosto, pensava que já havia surfado todos os reefs da Estrada do Coco, rodovia situada no litoral norte da Bahia.
Para minha surpresa, o fotógrafo Erick Tedy, o profissional Alexandre Milazzo e ilustre conhecedor das ondas Márcio Torres, me apresentaram um belo reef pra direita, que proporciona um tubo após o outro.
Montada de última hora, a barca ainda contou com a presença do pequeno Yagê Araújo, talento da nova geração brasileira, que estava hospedado na minha casa para disputar o Maresia Brasileiro e acabou se dando bem com o convite inusitado.
Ainda no carro, Tedy e Milazzo me perguntavam se Gegê colocava pra baixo nas cracas, ou era apenas um iniciante. Deixei eles tirarem suas próprias conclusões na água, que por sinal, foram bastante positivas.
Chegando ao pico, a primeira impressão foi de que o mar estava flat. Fiquei meio desanimado, pois acordei às 4 horas da matina para conhecer uma nova bancada, passei por algumas praias da capital com altas ondas e, ao meu ver, tinha escolhido o pico errado.
Ficamos uns 10 minutos observando o mar e entrou a primeira série perfeita correndo na bancada sem ninguém no outside.
Alegria de todos! Eu e Yagê passamos a parafina, colocamos as quilhas enquanto Márcio, Milazzo e Paulo Preto, que encontramos ainda na areia, foram direto ao outside. Para alegria de Tedy, a primeira série protagonizou um dos melhores tubos do dia de Márcio Torres. O cara entrou e saiu limpo, do jeito que ele gosta!
Já em outside, pude surfar minha primeira onda e completar um bom tubo. Apesar das ondas não passarem de 1 metro, o surf foi garantido! Não é todo dia que o litoral quebra sem vento, então é bom aproveitarmos.
Se por um lado, Scar Reef e Praia do Forte quebraram com 2 metros e altos tubos que todos já conhecem, nós pegamos 1 metro, apenas entre amigos, sem gritaria ou sequer uma disputa de onda.
Analisando as fotos antes de publicar esta matéria, diria sem dúvidas que Alexandre Milazzo protagonizou os melhores momentos da barca. O cara surfava uma onda atrás da outra e todos que passavam pelo canal quando ele vinha em uma onda, guardavam uma boa imagem dele dentro de mais um tubo.
Márcio Torres foi o cara que menos surfou onda na barca, porém pegou as melhores e foi o que entubou mais fundo. Sempre com sua boa conversa no outside, o cara não fazia questão de quase onda nenhuma, mas quando vinha a maior da série, aquele triângulo, Torres remava forte e sempre saía na baforada.
Já tinha visto Paulo Preto em alguns eventos do FTC Contest, mas nunca tinha surfando com ele. Se joga nas cracas fechando e, se não fizer o tubo, sai voando alto sem medo de voltar.
Yagê não tomou conhecimento da bancada super rasa e se atirou nas fechadeiras em busca de um bom tubo. Desde quando encontrei ele no Peru, em janeiro, sabia que ele se atirava nas ondas. Agora, se jogar em umas ondas fechando, com menos de meio metro de profundidade foi algo que não esperava do moleque.
Para fechar a barca, não posso esquecer do fotógrafo Erick Tedy, que depois de horas debaixo do sol, entrou no mar que nem um louco e entubou fundo em várias ondas. Milazzo que já estava cansado, saiu do mar e resolveu registrar os tubos de Tedy, afinal ele merecia ter esse registro também.
Para finalizar, só queria agradecer o convite para surfar nesse pico, ainda mais em um dia clássico, com boas ondas, apenas cinco amigos na água e ainda sair da água sabendo que tudo tinha sido registrado pelas lentes de Tedy.
Agora só me resta esperar outro swell certo para esta direita para poder fazer a cabeça em mais um dia clássico. Enquanto esse dia não chega, vou me divertindo nas valas de Jaguaribe com o mesmo crowd divertido de sempre.
Para minha surpresa, o fotógrafo Erick Tedy, o profissional Alexandre Milazzo e ilustre conhecedor das ondas Márcio Torres, me apresentaram um belo reef pra direita, que proporciona um tubo após o outro.
Montada de última hora, a barca ainda contou com a presença do pequeno Yagê Araújo, talento da nova geração brasileira, que estava hospedado na minha casa para disputar o Maresia Brasileiro e acabou se dando bem com o convite inusitado.
Ainda no carro, Tedy e Milazzo me perguntavam se Gegê colocava pra baixo nas cracas, ou era apenas um iniciante. Deixei eles tirarem suas próprias conclusões na água, que por sinal, foram bastante positivas.
Chegando ao pico, a primeira impressão foi de que o mar estava flat. Fiquei meio desanimado, pois acordei às 4 horas da matina para conhecer uma nova bancada, passei por algumas praias da capital com altas ondas e, ao meu ver, tinha escolhido o pico errado.
Ficamos uns 10 minutos observando o mar e entrou a primeira série perfeita correndo na bancada sem ninguém no outside.
Alegria de todos! Eu e Yagê passamos a parafina, colocamos as quilhas enquanto Márcio, Milazzo e Paulo Preto, que encontramos ainda na areia, foram direto ao outside. Para alegria de Tedy, a primeira série protagonizou um dos melhores tubos do dia de Márcio Torres. O cara entrou e saiu limpo, do jeito que ele gosta!
Já em outside, pude surfar minha primeira onda e completar um bom tubo. Apesar das ondas não passarem de 1 metro, o surf foi garantido! Não é todo dia que o litoral quebra sem vento, então é bom aproveitarmos.
Se por um lado, Scar Reef e Praia do Forte quebraram com 2 metros e altos tubos que todos já conhecem, nós pegamos 1 metro, apenas entre amigos, sem gritaria ou sequer uma disputa de onda.
Analisando as fotos antes de publicar esta matéria, diria sem dúvidas que Alexandre Milazzo protagonizou os melhores momentos da barca. O cara surfava uma onda atrás da outra e todos que passavam pelo canal quando ele vinha em uma onda, guardavam uma boa imagem dele dentro de mais um tubo.
Márcio Torres foi o cara que menos surfou onda na barca, porém pegou as melhores e foi o que entubou mais fundo. Sempre com sua boa conversa no outside, o cara não fazia questão de quase onda nenhuma, mas quando vinha a maior da série, aquele triângulo, Torres remava forte e sempre saía na baforada.
Já tinha visto Paulo Preto em alguns eventos do FTC Contest, mas nunca tinha surfando com ele. Se joga nas cracas fechando e, se não fizer o tubo, sai voando alto sem medo de voltar.
Yagê não tomou conhecimento da bancada super rasa e se atirou nas fechadeiras em busca de um bom tubo. Desde quando encontrei ele no Peru, em janeiro, sabia que ele se atirava nas ondas. Agora, se jogar em umas ondas fechando, com menos de meio metro de profundidade foi algo que não esperava do moleque.
Para fechar a barca, não posso esquecer do fotógrafo Erick Tedy, que depois de horas debaixo do sol, entrou no mar que nem um louco e entubou fundo em várias ondas. Milazzo que já estava cansado, saiu do mar e resolveu registrar os tubos de Tedy, afinal ele merecia ter esse registro também.
Para finalizar, só queria agradecer o convite para surfar nesse pico, ainda mais em um dia clássico, com boas ondas, apenas cinco amigos na água e ainda sair da água sabendo que tudo tinha sido registrado pelas lentes de Tedy.
Agora só me resta esperar outro swell certo para esta direita para poder fazer a cabeça em mais um dia clássico. Enquanto esse dia não chega, vou me divertindo nas valas de Jaguaribe com o mesmo crowd divertido de sempre.
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