Tihara treina em Pipe
Dennis Tihara investe nas pesadas ondas de Pipeline, Hawaii
Por: Redação SurfBahia
O baiano Dennis Tihara chegou ao North Shore na última sexta-feira, totalmente disposto a brilhar na temporada havaiana.
Tihara chegou a Oahu junto com uma das maiores ondulações do inverno e não perdeu tempo. O ilheense já treinou em diversos picos da ilha, mas tem investido nas bombas de Pipeline.
Segundo Bruno Lemos, correspondente do site Waves no Hawaii, as condições estavam mortais na última terça-feira, com um bom tamanho variando de 10 a 15 pés (até 5 metros de altura).
"Havia umas ondas muito fortes que, de vez em quando, varriam a tudo e a todos que estavam na frente. Como o ângulo não estava totalmente de Oeste e havia um pouco de Norte na ondulação, isso fez com que a situação ficasse mais perigosa ainda", diz Bruno Lemos.
"Eu, particularmente, nunca vi tantas pranchas quebradas em um só dia de surf. Parecia que a cada série que entrava saía um surfista com a prancha em dois pedaços. O crowd, é claro, estava nervoso também, principalente com o WQS acontecendo em Sunset", continua o correspondente do Waves.
"Vi Marcelo Trekinho, Pedro Manga, Dennis Tihara, Robson Santos, Willian Cardoso, Wiggolly Dantas e alguns outros que não me lembro no momento também botarem para baixo, mostrando que se os havaianos não marcassem tanto em cima, poderíamos ver muito mais ondas boas de brasileiros sendo surfadas em Pipeline", conclui Lemos.
Tihara chegou a Oahu junto com uma das maiores ondulações do inverno e não perdeu tempo. O ilheense já treinou em diversos picos da ilha, mas tem investido nas bombas de Pipeline.
Segundo Bruno Lemos, correspondente do site Waves no Hawaii, as condições estavam mortais na última terça-feira, com um bom tamanho variando de 10 a 15 pés (até 5 metros de altura).
"Havia umas ondas muito fortes que, de vez em quando, varriam a tudo e a todos que estavam na frente. Como o ângulo não estava totalmente de Oeste e havia um pouco de Norte na ondulação, isso fez com que a situação ficasse mais perigosa ainda", diz Bruno Lemos.
"Eu, particularmente, nunca vi tantas pranchas quebradas em um só dia de surf. Parecia que a cada série que entrava saía um surfista com a prancha em dois pedaços. O crowd, é claro, estava nervoso também, principalente com o WQS acontecendo em Sunset", continua o correspondente do Waves.
"Vi Marcelo Trekinho, Pedro Manga, Dennis Tihara, Robson Santos, Willian Cardoso, Wiggolly Dantas e alguns outros que não me lembro no momento também botarem para baixo, mostrando que se os havaianos não marcassem tanto em cima, poderíamos ver muito mais ondas boas de brasileiros sendo surfadas em Pipeline", conclui Lemos.
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