Serpa entocado no paraíso
Franklin Serpa comenta sua participação no Oakley Global Pro Junior Challenge
Por: Redação SurfBahia
Depois de surfar as ondas mais perfeitas do planeta, o ilheense Franklin Serpa está de volta pra casa e contou com exclusividade para os internautas do SurfBahia como foi sua primeira temporada na Indonésia.
Com a desistência do paulista Tiago Camarão para disputar o Oakley Global Pro Junior Challenge, Serpa, terceiro colocado na seletiva do Brasil, foi convidado para representar o país no evento que reuniu apenas 18 atletas de todo o mundo.
Serpa partiu para Indonésia cerca de 10 dias antes do início do evento e na companhia do paulista Miguel Pupo pegou altas ondas nesse período. "Pegamos altas ondas em Uluwatu, Keramas, Bingin e outros picos que não lembro o nome", fala Franklin.
Apesar da boa performance em suas apresentações, Franklin foi eliminado na repescagem do evento. "As ondas são muito perfeitas e precisam ser muito bem surfadas. O surfista tem que ter total noção da bancada, saber onde a onda vai fazer a curva e rodar o tubo".
"Acho que o fato de eu possuir pouca experiência em ondas desse nível foi o principal fator para eu não ter conquistado um resultado mais expressivo. Preciso viajar mais e treinar bastante em ondas do porte da Indonésia", explica o ilheense.
"Eu, Miguel Pupo e o Petersinho sempre íamos surfar junto com os gringos, era muito legal, pois eles procuravam sempre elevar o seu surf, diferente da galera do Brasil, que às vezes te coloca pra baixo", conclui Serpa.
Com a desistência do paulista Tiago Camarão para disputar o Oakley Global Pro Junior Challenge, Serpa, terceiro colocado na seletiva do Brasil, foi convidado para representar o país no evento que reuniu apenas 18 atletas de todo o mundo.
Serpa partiu para Indonésia cerca de 10 dias antes do início do evento e na companhia do paulista Miguel Pupo pegou altas ondas nesse período. "Pegamos altas ondas em Uluwatu, Keramas, Bingin e outros picos que não lembro o nome", fala Franklin.
Apesar da boa performance em suas apresentações, Franklin foi eliminado na repescagem do evento. "As ondas são muito perfeitas e precisam ser muito bem surfadas. O surfista tem que ter total noção da bancada, saber onde a onda vai fazer a curva e rodar o tubo".
"Acho que o fato de eu possuir pouca experiência em ondas desse nível foi o principal fator para eu não ter conquistado um resultado mais expressivo. Preciso viajar mais e treinar bastante em ondas do porte da Indonésia", explica o ilheense.
"Eu, Miguel Pupo e o Petersinho sempre íamos surfar junto com os gringos, era muito legal, pois eles procuravam sempre elevar o seu surf, diferente da galera do Brasil, que às vezes te coloca pra baixo", conclui Serpa.
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