Heloy estreia no Tahiti
Heloy Júnior comenta sua primeira temporada no arquipélago taitiano
Por: Redação SurfBahia
O campeão baiano profissional Heloy Júnior é só alegria em sua primeira temporada no Tahiti. Há 20 dias no arquipélago e com retorno previsto para o fim deste mês, Heloy tem se dedicado bastante para evoluir em ondas perfeitas.
Considerado um dos surfistas mais atirados da nova geração baiana, o atleta curte seu primeiro encontro com uma das ondas temidas do planeta.
"Cheguei aqui no dia 30 de julho e no dia seguinte e fiz muito tubo num mar com ondas de 2,5 metros. Infelizmente não tinha ninguém fotografando. Surfei praticamente sozinho, pois entrei na água com um brasileiro e ele quebrou a prancha logo na primeira onda e teve de sair do mar", conta Heloy.
"Era a minha primeira vez em Teahupoo e fiquei uma manhã inteira surfando sozinho, com tubos quadrados só pra mim. Tahiti é assim, você fica procurando gente para surfar contigo. Às vezes chegam uns bodyboarders e crowdeiam o pico, aí fica ruim", continua o soteropolitano.
O atleta lamenta ter surfado boas ondas e não poder ter nada registrado na primeira semana. "Chovia sem parar, ventava muito e a espuma esfarelava bastante. Tubos não faltavam, apesar do mar balançado", comenta.
Graças a um videomaker e fotógrafo que apareceu na semana seguinte, Heloy pôde ter suas primeiras imagens eternizadas no arquipélago taitiano. "O Sol abriu e minha esposa (Caroline Lorenzo) foi filmar num jet-ski, mas as ondas estavam menores do que na primeira semana. Depois teve um dia legal, só que com chuva", revela Heloy.
Nesse dia, o baiano sentiu na pele a força dos corais. "As ondas estavam perfeitas, só tubos. Não consegui sair de um deles e meu pé acabou batendo na bancada. Sem problemas, continuei surfando. À tarde fui novamente e machuquei o mesmo pé, mas do outro lado. Depois de fazer a cabeça na água, fui para casa e fiz um curativo. Nesse dia ainda perdi uma quilha e trinquei a prancha", diz Heloy, que levou um quiver de oito pranchas shapeadas por Luciano Rangel.
O soteropolitano conheceu também a ilha de Morea e surfou outra esquerda perfeita na água cristalina em Hapit. "Nadei com raias e minha esposa nadou com golfinhos, tocando neles, brincando com as raias. Logo chegaram os tubarões e demos sardinha a eles; eram da espécie galha preta do Pacífico", fala Heloy.
"Conhecemos as montanhas e demos a volta na ilha. Aqui tem vários points de surf; ondinhas perfeitas, com montanhas ao fundo e cachoeiras e grutas formadas por rios de águas transperentes. É a pura beleza da natureza, isso aqui é uma dádiva de Deus", elogia.
Para ele, o melhor do Tahiti não é nada do que citou. "Aqui o melhor são as pessoas, a alegria delas, as famílias, a vida e a cultura. Espero que todas as pessoas que venham visitar o Tahiti respeitem as famílias e os moradores daqui", ressalta o atleta.
"Os baianos aqui são bem vindos, mas lembrem de respeito, pois aqui ninguém gosta de galera largada, sem grana. Tudo aqui é caro, principalmente a comida, que geralmente vem Nova Zelândia. É, sem dúvida, um dos lugares mais bonitos do mundo e deve ser respeitado, um verdadeiro paraíso", conclui Heloy.
Considerado um dos surfistas mais atirados da nova geração baiana, o atleta curte seu primeiro encontro com uma das ondas temidas do planeta.
"Cheguei aqui no dia 30 de julho e no dia seguinte e fiz muito tubo num mar com ondas de 2,5 metros. Infelizmente não tinha ninguém fotografando. Surfei praticamente sozinho, pois entrei na água com um brasileiro e ele quebrou a prancha logo na primeira onda e teve de sair do mar", conta Heloy.
"Era a minha primeira vez em Teahupoo e fiquei uma manhã inteira surfando sozinho, com tubos quadrados só pra mim. Tahiti é assim, você fica procurando gente para surfar contigo. Às vezes chegam uns bodyboarders e crowdeiam o pico, aí fica ruim", continua o soteropolitano.
O atleta lamenta ter surfado boas ondas e não poder ter nada registrado na primeira semana. "Chovia sem parar, ventava muito e a espuma esfarelava bastante. Tubos não faltavam, apesar do mar balançado", comenta.
Graças a um videomaker e fotógrafo que apareceu na semana seguinte, Heloy pôde ter suas primeiras imagens eternizadas no arquipélago taitiano. "O Sol abriu e minha esposa (Caroline Lorenzo) foi filmar num jet-ski, mas as ondas estavam menores do que na primeira semana. Depois teve um dia legal, só que com chuva", revela Heloy.
Nesse dia, o baiano sentiu na pele a força dos corais. "As ondas estavam perfeitas, só tubos. Não consegui sair de um deles e meu pé acabou batendo na bancada. Sem problemas, continuei surfando. À tarde fui novamente e machuquei o mesmo pé, mas do outro lado. Depois de fazer a cabeça na água, fui para casa e fiz um curativo. Nesse dia ainda perdi uma quilha e trinquei a prancha", diz Heloy, que levou um quiver de oito pranchas shapeadas por Luciano Rangel.
O soteropolitano conheceu também a ilha de Morea e surfou outra esquerda perfeita na água cristalina em Hapit. "Nadei com raias e minha esposa nadou com golfinhos, tocando neles, brincando com as raias. Logo chegaram os tubarões e demos sardinha a eles; eram da espécie galha preta do Pacífico", fala Heloy.
"Conhecemos as montanhas e demos a volta na ilha. Aqui tem vários points de surf; ondinhas perfeitas, com montanhas ao fundo e cachoeiras e grutas formadas por rios de águas transperentes. É a pura beleza da natureza, isso aqui é uma dádiva de Deus", elogia.
Para ele, o melhor do Tahiti não é nada do que citou. "Aqui o melhor são as pessoas, a alegria delas, as famílias, a vida e a cultura. Espero que todas as pessoas que venham visitar o Tahiti respeitem as famílias e os moradores daqui", ressalta o atleta.
"Os baianos aqui são bem vindos, mas lembrem de respeito, pois aqui ninguém gosta de galera largada, sem grana. Tudo aqui é caro, principalmente a comida, que geralmente vem Nova Zelândia. É, sem dúvida, um dos lugares mais bonitos do mundo e deve ser respeitado, um verdadeiro paraíso", conclui Heloy.
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