Joia rara

Ingrid Topolanski é um dos novos talentos baianos e mostra suas habilidades no surfe, no wakeboard e no kitesurf


Qual seria o sentido da vida se não tivéssemos um objetivo para ser alcançado? Uma pergunta que ajuda a entender um pouco sobre a baiana Ingrid Topolanski.

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Nascida e criada em Santa Cruz de Cabrália, aos 14 anos deu seus primeiros passos em cima da prancha e ficou encantada. Logo nasceu uma paixão pelo surfe e aliada a uma personalidade inquieta, logo perceberia que sua cidade seria pequena para tanta vontade de ver e aprender.

Aos 17 anos, não hesitou em sair de casa para morar sozinha em Ilhéus, no sul da Bahia. Ingrid cursa Administração na UESC e concilia os estudos com treinos ministrados por Gabriel Macedo, técnico da Confederação Brasileira de Surf (CBS).

"Ingrid é uma atleta muito aplicada, veio de um lugar que não tem constância em termos de ondas boas e nem por isso deixou de acreditar no surf. Tem consciência de atleta e responde muito rápido aos treinamentos. Uma menina educada e com uma boa formação, tem futuro e pode ser uma das grande atletas do Brasil. A garota dos sonhos de qualquer marca", comenta Gabriel.

Apaixonada por esportes, além do surfe, pratica wakeboard e kitesurf. Para cuidar da forma física, muito treinamento funcional e capoeira.

Todas essas atividades durante a semana, ocupam a cabeça da jovem atleta e amenizam a saudade e a distância da família.

"Morar longe é complicado, sinto falta de casa, dos meus pais e do meu namorado, mas ao mesmo tempo é bom para o meu amadurecimento como pessoa. Também está sendo bom para o meu surfe, pois em Ilhéus existem ondas mais constantes, vários tipos de condições e mais competições", explica Ingrid.

O curso de Administração também abriu novos horizontes e possibilidades para o futuro.

"Penso em montar minha própria marca um dia, pois gosto de criar e produzir, como algumas das roupas que uso para surfar", explica.

Alguns trabalhos como modelo fotográfico também fazem parte do seu currículo. Fã de surfistas como Carissa Moore e Sally Fitzgibbons, acredita que as mulheres vem ganhando mais espaço não só pela beleza, mas também pelo nível de surfe que apresentam.

"Surfistas como a Sally por exemplo, que chama atenção não só pelo charme e beleza, mas também pelo surfe que apresenta nas baterias e no free surf", sentencia Ingrid.

Trilhando seu próprio caminho e com várias aptidões, o futuro deixa várias opções, mas a certeza de que ainda vamos ouvir falar muito de Ingrid Topolanski.

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