Em busca de apoio para o Challenger

Saiba como ajudar Marco Fernandez a representar a Bahia no Challenger Series da WSL, na Austrália


Depois de conseguir terminar o ranking sul-americano da World Surf League (WSL) entre os 10 melhores colocados e garantir uma cobiçada vaga no Challenger Series, o surfista baiano Marco Fernandez tem outro desafio pela frente.

Clique aqui para ajudar Marco Fernandez

Ele tem apenas uma semana para arrecadar R$ 30 mil e conseguir custear as despesas necessárias para a sua participação nas duas primeiras do Circuito, que serão disputadas em maio, na Austrália.

Diante deste cenário, e com o apoio do Surfbahia e de alguns surfistas como o influenciador digital Arthurzinho, foi lançada uma "vaquinha" para impedir que o talentoso atleta fique fora das competições.

Para colaborar, basta doar qualquer valor no site Vakinha ou via Pix: 71 99683-1553 (celular). Todo o dinheiro arrecadado irá diretamente para Marco Fernandez.

Primeiro baiano na história a conquistar o título brasileiro nas categorias de base (batendo nomes como Miguel Pupo em 2007), Fernandez tem um currículo repleto de grandes momentos no esporte. Em 2009, ele e Franklin Serpa colocaram a Bahia no Mundial Pro Junior da World Surf League pela primeira vez na história.

Marco Fernandez já sentiu o gosto de disputar uma etapa do Championship Tour em 2016, como convidado. Ele venceu a triagem na praia de Grumari, Rio de Janeiro, e arrebentou na estreia no evento principal. O surfista baiano mostrou seu cartão de visitas superando o então líder do ranking, o australiano Matt Wilkinson, e também o potiguar Jadson André.

Fernandez parou no round 3, disputado em outra praia, o Postinho da Barra da Tijuca, em uma bateria acirrada e poucas ondas com o atual campeão olímpico Italo Ferreira, com quem já travou grandes batalhas desde a categoria Pro Junior.

Disputar todo o Tour da WSL é a meta de Marco Fernandez. O primeiro passo para chegar lá já foi dado no Qualifying Series, garantindo uma das 10 vagas oferecidas pela WSL para a América do Sul. Agora, é preciso passar pelo Challenger Series, a divisão de acesso do Circuito Mundial.

Porém, com muitos surfistas sofrendo com a falta de patrocínio, o caminho para chegar ao Challenger só se torna viável com a ajuda dos fãs, amigos, parentes e simpatizantes. E é dessa forma que Fernandez espera viabilizar sua ida à Austrália.

Colabore no Vakinha.

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