Visão de expectador

Eric Guimarães registra momentos da etapa brasileira do Mundial e conta suas impressões do evento


Recebi um convite do meu patrocinador, Marcos Yuri (FertiPeixe), de última hora, para assistir a etapa do WSL Rio Surf Pro, em Saquarema (RJ).

Chegando em Saquarema, uma cidade bem organizada, com praias limpas, de areias brancas, também com ótimo custo de hospedagem, não cheguei a fazer refeições em restaurantes ou em lanchonetes, onde fique tinha cozinha e optamos por fazer o almoço e levamos o nosso lanche para praia. MaS vi que havia muitos restaurantes e lanchonetes com variedades de comidas e preços para todas os gostos.

A cidade é dividida em duas partes por uma ponte, a maior concentração fica na praia onde o evento acontecia, nessa localização, as pousadas, casas, hostel e acampamentos já estavam lotados e o foco estava concentrado ali.

Optamos por ficar no outro lado da cidade, onde a distância da casa onde eu estava até o evento era cerca de 5 km. Também optamos pegar um Uber por causa da dificuldade para estacionar no local do evento, onde as ruas eram fechadas e o acesso de carro era só para moradores daquela localidade e para quem estava trabalhando no evento. Valor do Uber para três pessoas variava de 10 a 18 reais.

O evento foi realizado com todos os dias de sol, altas ondas em um dia épico na Barrinha, tive o privilégio de ver os melhores surfistas do mundo realizando um sonho antigo e no tempo certo foi realizado!

Muitas disputas iradas e um público gigante, essa torcida era direcionada toda para o Brasil, mas tinha um grande respeito e admiração pelos outros surfistas.
Tive a oportunidade de ver o maior surfista de todos os tempos, 11 vezes campeão mundial Kelly Slater, com 47 anos de idade, onde era visível ver saúde e experiência, parecia um garoto mas com a maturidade de homem.

A bateria de Filipe Toledo x Kelly Slater foi impressionante em ver tanto talento em idades diferentes, um show a parte e me marcou muito. Daquela bateria saiu o vencedor do evento.

Sabemos que Kelly Slater não entra na bateria para perder, mas ele já é um vencedor e não precisa provar nada para ninguém. Se a gente fazer uma análise de tudo que estamos vivendo no surf hoje, Kelly Slater é a maior ponte que dá esse acesso a este momento.

Cada país tem que levantar a sua bandeira e aquele que é campeão mundial muda a história do seu país em sua área específica, Gabriel Medina e Adriano de Souza mudaram a história do surf no Brasil e são referências em tudo nesse esporte. Filipe está pronto para ser campeão mundial, agora só depende dele e vai ser no tempo certo.

Só tenho que agradeçer ao Senhor Jesus por está oportunidade de viver esse momento.

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