Lapo contesta reportagem
Juiz Lapo Coutinho questiona reportagem sobre derrota de Bino Lopes no Cupe
Por: Redação SurfBahia
O baiano Lapo Coutinho, head-judge do Brasil Surf Pro e um dos juízes da bateria polêmica que marcou a eliminação de Bino Lopes no Cupe (PE), discordou da reportagem publicada pelo SurfBahia nesta quinta-feira.
Bino foi derrotado pelo local Halley Batista em duelo eletrizante na segunda fase da categoria masculina.
Depois de cometer interferência no paulista Robson Santos, Halley correu atrás de 8.69 conseguiu a virada ao arrancar 9.00 pontos dos juízes em um aéreo muito alto.
O baiano passou a buscar 4.26 e tentou dar o troco na última onda da bateria, mas sua performance foi avaliada em 3.87.
Segundo Lapo, a onda foi vista e revista pelos juízes antes de a nota ser anunciada. Também foi exibida a Bino depois de a competição ser finalizada.
"A primeira manobra foi uma pequena batida. Não houve rasgada embaixo do lip, houve apenas uma pequena rasgada na parte deitada da onda, e muito menos aéreo, pois ele completou indo reto numa manobra incompleta quase na areia", explica Lapo.
"Que a bateria foi polêmica, foi, por causa da interferência e de a segunda onda do lycra preta (Halley) só ter contado pela metade. Qualquer resultado em que dois juízes têm o outro atleta ganhando, será polêmico", continua o juiz.
"Não vejo nada que seja elogioso ao julgamento quando eles são campeões nordestinos, de Tríplice Coroa ou quando têm bons resultados; somente coisas negativas e que não refletem a verdade", desabafa Coutinho.
Pelas notas digitadas por Lapo Coutinho, Bino Lopes avançaria em segundo lugar na bateria. O juiz deu 7.50 ao baiano em sua melhor onda e 4.30 na última delas.
As melhoras ondas de Halley foram avaliadas em 5.00 e 9.00 por Lapo. Como o pernambucano cometeu interferência, ele somaria 9.00 e 2.50 (metade da segunda melhor nota), totalizando 11.50, contra 11.80 de Bino (nas notas digitadas por Lapo).
Porém, juntando todos os cinco juízes, o placar terminou em 11.42 para Halley, contra 11.10 de Bino. Em primeiro ficou o capixaba Krystian Kymerson, autor de 12.16.
Outro juiz que avaliou Bino como foi vencedor foi o catarinense Fabiano Farias (12.30 a 11.00). Já os árbitros Marcos Quito, Roberto Bade e Rubens Goulart tiveram opiniões diferentes.
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Fernandez segue invicto
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Segundo Lapo, a onda foi vista e revista pelos juízes antes de a nota ser anunciada. Também foi exibida a Bino depois de a competição ser finalizada.
"A primeira manobra foi uma pequena batida. Não houve rasgada embaixo do lip, houve apenas uma pequena rasgada na parte deitada da onda, e muito menos aéreo, pois ele completou indo reto numa manobra incompleta quase na areia", explica Lapo.
"Que a bateria foi polêmica, foi, por causa da interferência e de a segunda onda do lycra preta (Halley) só ter contado pela metade. Qualquer resultado em que dois juízes têm o outro atleta ganhando, será polêmico", continua o juiz.
"Não vejo nada que seja elogioso ao julgamento quando eles são campeões nordestinos, de Tríplice Coroa ou quando têm bons resultados; somente coisas negativas e que não refletem a verdade", desabafa Coutinho.
Pelas notas digitadas por Lapo Coutinho, Bino Lopes avançaria em segundo lugar na bateria. O juiz deu 7.50 ao baiano em sua melhor onda e 4.30 na última delas.
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Porém, juntando todos os cinco juízes, o placar terminou em 11.42 para Halley, contra 11.10 de Bino. Em primeiro ficou o capixaba Krystian Kymerson, autor de 12.16.
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