Fernandez segue invicto
Marco Fernandez avança e Bino Lopes perde em bateria polêmica no Brasil Surf Pro
Por: Redação SurfBahia
O baiano Marco Fernandez voltou a aprontar na manhã desta quinta-feira, na praia do Cupe, em Porto de Galinhas, Ipojuca (PE).
Clique aqui para ver as fotos
Com notas 7.00 e 4.87 pontos em suas últimas ondas, o camaçariense não deu chances ao cearense André Silva, ao paraibano Ulisses Meira e ao carioca Leandro Bastos, quarto colocado na disputa.
"Achei uma onda boa no final da bateria e consegui descolar uma nota 7.00 dos juízes, depois busquei trocar minha segunda nota e acabei conseguindo um 4.87 para garantir a vitória! Neste momento da prova o importante é avançar, independente da colocação", explica Marco Fernandez.
Com a vitória, Marquinho garantiu vaga no round dos principais cabeças-de-chave da prova e agora enfrentará o conterrâneo Bruno Galini em disputa homem-a-homem.
"Eu e Bruno somos grandes amigos e infelizmente não é a primeira vez que vamos nos enfrentar e nem será a última. Antes de tirar a lycra de competição é tudo na amizade; lá dentro, seremos bastante profissionais", revela Fernandez.
"No BSP realizado no Cupe, no ano passado, Galini eliminou Serpa em confronto homem-a-homem. Este ano, vou fazer de tudo para que esse resultado seja diferente", brinca Marquinho.
Wilson Nora e Alandreson Martins não tiveram o mesmo rendimento do camaçariense e foram eliminados em suas estreias. Alandreson entrou na água na sexta bateria do dia e acabou caindo diante do cearense Edvan Silva e o potiguar John Max.
Nora entrou na água no confronto seguinte e obteve 8.73 pontos na soma das duas melhores notas. O somatório não foi suficiente para deter o cearense Felipe Martins e o carioca Simão Romão, ambos classificados ao round dos principais cabeças-de-chave do Brasil Surf Pro.
Bateria polêmica Na última bateria da segunda fase masculina, um confronto bastante polêmico gerou bastante rumores entre os atletas e telespectadores do Brasil Surf Pro.
Um duelo particular entre o baiano Bino Lopes e o local Halley Batista pela segunda colocação na prova deixou muita gente dividida entre suas opiniões em relação ao resultado da bateria.
Logo em sua primeira onda surfada, o pernambucano Halley Batista cometeu interferência no carioca Robson Santos e ficou em situação complicada na bateria.
Bino, que havia descolado notas 3.93 e 7.17, estava em situação confortável na bateria, atrás apenas do capixaba Krystian Kymmerson, líder da disputa.
Faltando apenas 1 minuto para o término da bateria, Halley Batista partiu para o tudo ou nada e acertou um aéreo double grab muito alto, caindo de frente para a praia. A performance do pernambucano foi avaliada pelos juízes em 9 pontos.
Com Halley ainda comemorando sua performance na areia, Bino Lopes dropou uma direita, passou a primeira seção da onda com um belo floater, seguido de uma forte rasgada por baixo do lip, depois executou um cut back com pressão e finalizou a onda com um aéreo normal na junção.
Bino precisava de 4.26 e ficou na expectativa na areia, mas os juízes avaliaram a onda em apenas 3.87 pontos, para decepção do baiano.
Com a derrota, Bino finaliza sua participação na 33ª colocação, somando 320 pontos no ranking e embolsando R$ 1.500 de premiação. O itacareense Alandreson Martins finaliza a prova na mesma posição de Bino Lopes, enquanto Wilson Nora fica na 41ª colocação, com 280 pontos no ranking e embolsa R$ 1.200 em prêmios.
Terceira fase do Brasil Surf Pro
10 Franklin Serpa (BA) x Odirlei Coutinho (SP)
12 Rudá Carvalho (BA) x Krystian Kymmerson (ES)
13 Bruno Galini (BA) x Marco Fernandez (BA)
Leia mais
Lapo contesta reportagem
Clique aqui para ver as fotos
Com notas 7.00 e 4.87 pontos em suas últimas ondas, o camaçariense não deu chances ao cearense André Silva, ao paraibano Ulisses Meira e ao carioca Leandro Bastos, quarto colocado na disputa.
"Achei uma onda boa no final da bateria e consegui descolar uma nota 7.00 dos juízes, depois busquei trocar minha segunda nota e acabei conseguindo um 4.87 para garantir a vitória! Neste momento da prova o importante é avançar, independente da colocação", explica Marco Fernandez.
Com a vitória, Marquinho garantiu vaga no round dos principais cabeças-de-chave da prova e agora enfrentará o conterrâneo Bruno Galini em disputa homem-a-homem.
"Eu e Bruno somos grandes amigos e infelizmente não é a primeira vez que vamos nos enfrentar e nem será a última. Antes de tirar a lycra de competição é tudo na amizade; lá dentro, seremos bastante profissionais", revela Fernandez.
"No BSP realizado no Cupe, no ano passado, Galini eliminou Serpa em confronto homem-a-homem. Este ano, vou fazer de tudo para que esse resultado seja diferente", brinca Marquinho.
Wilson Nora e Alandreson Martins não tiveram o mesmo rendimento do camaçariense e foram eliminados em suas estreias. Alandreson entrou na água na sexta bateria do dia e acabou caindo diante do cearense Edvan Silva e o potiguar John Max.
Nora entrou na água no confronto seguinte e obteve 8.73 pontos na soma das duas melhores notas. O somatório não foi suficiente para deter o cearense Felipe Martins e o carioca Simão Romão, ambos classificados ao round dos principais cabeças-de-chave do Brasil Surf Pro.
Bateria polêmica Na última bateria da segunda fase masculina, um confronto bastante polêmico gerou bastante rumores entre os atletas e telespectadores do Brasil Surf Pro.
Um duelo particular entre o baiano Bino Lopes e o local Halley Batista pela segunda colocação na prova deixou muita gente dividida entre suas opiniões em relação ao resultado da bateria.
Logo em sua primeira onda surfada, o pernambucano Halley Batista cometeu interferência no carioca Robson Santos e ficou em situação complicada na bateria.
Bino, que havia descolado notas 3.93 e 7.17, estava em situação confortável na bateria, atrás apenas do capixaba Krystian Kymmerson, líder da disputa.
Faltando apenas 1 minuto para o término da bateria, Halley Batista partiu para o tudo ou nada e acertou um aéreo double grab muito alto, caindo de frente para a praia. A performance do pernambucano foi avaliada pelos juízes em 9 pontos.
Com Halley ainda comemorando sua performance na areia, Bino Lopes dropou uma direita, passou a primeira seção da onda com um belo floater, seguido de uma forte rasgada por baixo do lip, depois executou um cut back com pressão e finalizou a onda com um aéreo normal na junção.
Bino precisava de 4.26 e ficou na expectativa na areia, mas os juízes avaliaram a onda em apenas 3.87 pontos, para decepção do baiano.
Com a derrota, Bino finaliza sua participação na 33ª colocação, somando 320 pontos no ranking e embolsando R$ 1.500 de premiação. O itacareense Alandreson Martins finaliza a prova na mesma posição de Bino Lopes, enquanto Wilson Nora fica na 41ª colocação, com 280 pontos no ranking e embolsa R$ 1.200 em prêmios.
Terceira fase do Brasil Surf Pro
10 Franklin Serpa (BA) x Odirlei Coutinho (SP)
12 Rudá Carvalho (BA) x Krystian Kymmerson (ES)
13 Bruno Galini (BA) x Marco Fernandez (BA)
Leia mais
Lapo contesta reportagem
PUBLICIDADE