Air Show Villas
Local Open Air Show rola neste sábado (7/8), em Vilas do Atlântico
Por: Miguel Brussel
Para celebrar os que extrapolam os limites no surf, será realizado, no sábado (7/8), o 2º Local Open Air Show, na praia do Surf, em Vilas do Atlântico, Lauro de Freitas, um evento exclusivo de manobras aéreas.
A partir do anos 80, as manobras aéreas ganharam força e consagraram surfistas como Matt Archbold, Christian Fletcher, nos Etados Unidos; Dadá Figueiredo, no Rio de Janeiro; e Hilton Issa, na Bahia.
Naquela época, extrapolar o limite da água ou sair voando e retornar para a onda era considerado muito mais um truque do que uma manobra e nem valia pontos em um campeonato.
Hoje a situação é bem diferente e as manobras aéreas são tão valorizadas quanto o sagrado tubo e os atletas abusam, chegando a executar duas ou até três manobras aéreas por onda.
O 1º Local Open de Surf foi idealizado e realizado pelo primeira vez em 1996, no mesmo local e marcou a história de diversos surfistas como Kevin Kennedy e Márcio Freire, ambos radicados no Hawaii, há quase uma década, e Marlos Viana, surfista consagrado no Estado e o campeão daquela versão.
Homenagem O 2º Local Open Air Show oferecerá ao vencedor o troféu Paulinho Magulu, homenagem ao big rider e técnico de surf em ondas grandes soteropolitano, que vive no Hawaii há duas décadas. Além de técnico de renomados big rideres baianos como Yure Soledade, Márcio Freire e Kevin Kennedy, Paulinho Magulu é um personagem antigo da história do surf baiano.
Houve uma época no surf brasileiro de muita rivalidade entre paulistas e cariocas. Era realmente impossível um atleta do Rio de Janeiro vencer um campeonato disputado em São Paulo e virce versa.
Até que botaram um baiano para ser um dos cinco juizes em um evento no Rio de Janeiro. Os outros juízes, naturalmente, eram dois do Rio e dois de São Paulo.
Chega a final e vão para água Picuruta Salazar, representando São Paulo, e Roberto Valerio surfando em casa. No final da bateria, Picuruta saiu vencendo por 3x2 e pela primeira vez na história do surf brasileiro um paulista saiu vencedor em um campeonato de surf disputado no Rio de Janeiro.
O baiano era um tal de Paulinho Magulu, que desde aquela época já despertava um grande interesse em ondas grandes, respeitava e era respeitado onde chegava.
SBS também extrapola limites Ainda com a proposta de extrapolar o limites, pela primeira vez em um evento nacional, a Sociedade Brasileira de Shaper (SBS) vai premiar com um certificado o shaper responsável pela prancha do campeão do 2º Local Open Air Show.
Premiação
1º R$ 1.000,00 (Mil reais)
2º 1 (um) Kit Keahana
3º 1 (um) Kit Keahana
Certificado para o shaper responsável pela prancha do campeão
Atletas convidados 2o Local Open de Surf
1 Ian Costa
2 Bernado Lopes
3 Patrick Coelho
4 Heloy Júnior
5 Mauricio Fadul
6 Moises Mariano
7 Tiago Subauma
8 Vinicius Mudinho
9 Wesley Cristian
10 Adriano de Jesus
11 Leo Hereda
12 Marco Fernandez
Alternates
1 Estrela
2 Alexandre Mendel
3 Fofão
4 Leonan P.F.
5 Rivaldinho
6 Renan
7 Paçoca
A partir do anos 80, as manobras aéreas ganharam força e consagraram surfistas como Matt Archbold, Christian Fletcher, nos Etados Unidos; Dadá Figueiredo, no Rio de Janeiro; e Hilton Issa, na Bahia.
Naquela época, extrapolar o limite da água ou sair voando e retornar para a onda era considerado muito mais um truque do que uma manobra e nem valia pontos em um campeonato.
Hoje a situação é bem diferente e as manobras aéreas são tão valorizadas quanto o sagrado tubo e os atletas abusam, chegando a executar duas ou até três manobras aéreas por onda.
O 1º Local Open de Surf foi idealizado e realizado pelo primeira vez em 1996, no mesmo local e marcou a história de diversos surfistas como Kevin Kennedy e Márcio Freire, ambos radicados no Hawaii, há quase uma década, e Marlos Viana, surfista consagrado no Estado e o campeão daquela versão.
Homenagem O 2º Local Open Air Show oferecerá ao vencedor o troféu Paulinho Magulu, homenagem ao big rider e técnico de surf em ondas grandes soteropolitano, que vive no Hawaii há duas décadas. Além de técnico de renomados big rideres baianos como Yure Soledade, Márcio Freire e Kevin Kennedy, Paulinho Magulu é um personagem antigo da história do surf baiano.
Houve uma época no surf brasileiro de muita rivalidade entre paulistas e cariocas. Era realmente impossível um atleta do Rio de Janeiro vencer um campeonato disputado em São Paulo e virce versa.
Até que botaram um baiano para ser um dos cinco juizes em um evento no Rio de Janeiro. Os outros juízes, naturalmente, eram dois do Rio e dois de São Paulo.
Chega a final e vão para água Picuruta Salazar, representando São Paulo, e Roberto Valerio surfando em casa. No final da bateria, Picuruta saiu vencendo por 3x2 e pela primeira vez na história do surf brasileiro um paulista saiu vencedor em um campeonato de surf disputado no Rio de Janeiro.
O baiano era um tal de Paulinho Magulu, que desde aquela época já despertava um grande interesse em ondas grandes, respeitava e era respeitado onde chegava.
SBS também extrapola limites Ainda com a proposta de extrapolar o limites, pela primeira vez em um evento nacional, a Sociedade Brasileira de Shaper (SBS) vai premiar com um certificado o shaper responsável pela prancha do campeão do 2º Local Open Air Show.
Premiação
1º R$ 1.000,00 (Mil reais)
2º 1 (um) Kit Keahana
3º 1 (um) Kit Keahana
Certificado para o shaper responsável pela prancha do campeão
Atletas convidados 2o Local Open de Surf
1 Ian Costa
2 Bernado Lopes
3 Patrick Coelho
4 Heloy Júnior
5 Mauricio Fadul
6 Moises Mariano
7 Tiago Subauma
8 Vinicius Mudinho
9 Wesley Cristian
10 Adriano de Jesus
11 Leo Hereda
12 Marco Fernandez
Alternates
1 Estrela
2 Alexandre Mendel
3 Fofão
4 Leonan P.F.
5 Rivaldinho
6 Renan
7 Paçoca
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