Drogas são uma droga
Fabricio Fernandes fala sobre drogas e relembra surfistas que deram a volta por cima
Por: Fabricio Fernandes
“Após perder-se em um caminho onde muitos não conseguem encontrar a volta, graças ao apoio da sua noiva Adriane Reis, juntos encontraram a luz no fim do túnel, mostrando que é preciso muito apoio, força de vontade e determinação numa hora dessas”.
“Só tenho a dizer que surf é vida, não é droga, nem festas. É harmonia para o corpo e a mente”.
As frases acima são referentes a um surfista ultra talentoso e que já poderia ter chegado facilmente à elite mundial e dado muito trabalho aos top 5, mas por muitos anos enveredou pelo caminho das drogas. E muitos outros surfistas, que não tinham metade do seu talento, atingiram esse objetivo e ele não. Mas, como dizia o título da reportagem, Thiago Bianchini deu a volta por cima.
A história do super ídolo Dadá Figueiredo se repete no garoto Bianchini. Dois ultra talentos, disparados os melhores das suas épocas e que conheceram o inferno e saíram dele. A Fluir, na época, intitulava a reportagem como "Dadá volta do inferno".
Até quando a garotada vai precisar de exemplos tão reais quanto esses para entender que drogas são uma droga?
Quantos talentos se perderam no mundo das drogas? Nick Wood, Dog Marsh, o havaiano Buttons Kaluhiokalani (ídolos dos anos 80) e, ainda não podemos afirmar nada, mas podemos ter perdido o tricampeão mundial Andy Irons para as drogas!
Saía de casa em torno de cinco da manhã para surfar e algumas pessoas envolvidas com o esporte trabalhavam em um campeonato, quando um dos caras me abordou perguntando se eu tinha fogo. Às cinco da manhã, com 1,5m de onda e o cara estava preocupado em fumar? Desculpe, mas não entendo!
Entendo menos ainda quando alguns juízes de fora vinham fazer reclamações de que muitas pessoas que estavam trabalhando no evento, chegavam ao local de trabalho com cheiro de maconha!
E o engraçado é que muita gente acha que maconha não faz mal!
Procurando informações para escrever esta matéria, não encontrei dados referentes ao Brasil, mas, segundo o jornal British Medical, só no Reino Unido morrem 30 mil pessoas por ano por uso de maconha.
E o que falar do álcool e cigarros, que são drogas lícitas? Segundo dados da organização mundial de saúde (OMS), 4% da mortalidade anual do mundo ocorrem por causa do álcool e 8 a 10% por conta do cigarro.
A realidade que vivemos é cruel, é triste e as pessoas têm buscado cada vez mais a diversão através das drogas.
Maconha, álcool, cigarros, ecstasy, cocaína, heroína, ice, crack, apesar de toda a informação disponível, estão cada vez mais acessíveis à juventude, que muitas vezes entra em um caminho sem volta.
Perdi muitos amigos por causa das drogas, quase me perdi por causa do álcool (ver reportagem: http://faubulas.blogspot.com/2010/12/surf-de-cara-limpa.html ).
Constantemente vejo gente famosa jogando fora suas vidas por causa disso.
Armando Daltro, Christiano Spirro e Jojó de Olivença foram os únicos surfistas baianos que chegaram ao WT, e nenhum deles se envolveu com drogas.
Kelly Slater, no seu livro Pipe Dreams, declarou que: “Enquanto muitos surfistas ficavam fumando maconha e tossindo, eu achava estranho e preferia surfar”. Tornou-se decacampeão mundial de surf.
Eu preferi substituir o álcool pelos exercícios físicos e o surf, que produzem as endorfinas e encefalinas, minhas morfinas endógenas. A dopamina produzida pelo surf me proporciona todo o prazer que necessito para ter uma vida muito feliz!
“Só tenho a dizer que surf é vida, não é droga, nem festas. É harmonia para o corpo e a mente”.
As frases acima são referentes a um surfista ultra talentoso e que já poderia ter chegado facilmente à elite mundial e dado muito trabalho aos top 5, mas por muitos anos enveredou pelo caminho das drogas. E muitos outros surfistas, que não tinham metade do seu talento, atingiram esse objetivo e ele não. Mas, como dizia o título da reportagem, Thiago Bianchini deu a volta por cima.
A história do super ídolo Dadá Figueiredo se repete no garoto Bianchini. Dois ultra talentos, disparados os melhores das suas épocas e que conheceram o inferno e saíram dele. A Fluir, na época, intitulava a reportagem como "Dadá volta do inferno".
Até quando a garotada vai precisar de exemplos tão reais quanto esses para entender que drogas são uma droga?
Quantos talentos se perderam no mundo das drogas? Nick Wood, Dog Marsh, o havaiano Buttons Kaluhiokalani (ídolos dos anos 80) e, ainda não podemos afirmar nada, mas podemos ter perdido o tricampeão mundial Andy Irons para as drogas!
Saía de casa em torno de cinco da manhã para surfar e algumas pessoas envolvidas com o esporte trabalhavam em um campeonato, quando um dos caras me abordou perguntando se eu tinha fogo. Às cinco da manhã, com 1,5m de onda e o cara estava preocupado em fumar? Desculpe, mas não entendo!
Entendo menos ainda quando alguns juízes de fora vinham fazer reclamações de que muitas pessoas que estavam trabalhando no evento, chegavam ao local de trabalho com cheiro de maconha!
E o engraçado é que muita gente acha que maconha não faz mal!
Procurando informações para escrever esta matéria, não encontrei dados referentes ao Brasil, mas, segundo o jornal British Medical, só no Reino Unido morrem 30 mil pessoas por ano por uso de maconha.
E o que falar do álcool e cigarros, que são drogas lícitas? Segundo dados da organização mundial de saúde (OMS), 4% da mortalidade anual do mundo ocorrem por causa do álcool e 8 a 10% por conta do cigarro.
A realidade que vivemos é cruel, é triste e as pessoas têm buscado cada vez mais a diversão através das drogas.
Maconha, álcool, cigarros, ecstasy, cocaína, heroína, ice, crack, apesar de toda a informação disponível, estão cada vez mais acessíveis à juventude, que muitas vezes entra em um caminho sem volta.
Perdi muitos amigos por causa das drogas, quase me perdi por causa do álcool (ver reportagem: http://faubulas.blogspot.com/2010/12/surf-de-cara-limpa.html ).
Constantemente vejo gente famosa jogando fora suas vidas por causa disso.
Armando Daltro, Christiano Spirro e Jojó de Olivença foram os únicos surfistas baianos que chegaram ao WT, e nenhum deles se envolveu com drogas.
Kelly Slater, no seu livro Pipe Dreams, declarou que: “Enquanto muitos surfistas ficavam fumando maconha e tossindo, eu achava estranho e preferia surfar”. Tornou-se decacampeão mundial de surf.
Eu preferi substituir o álcool pelos exercícios físicos e o surf, que produzem as endorfinas e encefalinas, minhas morfinas endógenas. A dopamina produzida pelo surf me proporciona todo o prazer que necessito para ter uma vida muito feliz!
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