Diversão em pleno verão
Fabrício Fernandes acha solução divertida para fugir do flat
Por: Fabrício Fernandes
Quando o verão se aproxima, se o cara tem grana e tempo disponível, com certeza faz como o meu amigo Leandro Mendes: se manda para o Peru e faz a cabeça pegando altas ondas. Mas muitos, como eu, por um ou outro motivo amargam por meses um flat agonizante.
E se o verão se estender do início de novembro até o final de abril? É claro que em alguns dias entra um swell ou outro (no período das chuvas até teve um tamanho), mas há cinco meses não temos nada consistente, constante, e a solução no meu caso foi buscar esportes alternativos que me mantenham com preparo e, óbvio, façam a endorfina e adrenalina trabalharem no corpo.
Constantemente pratico natação, corrida e bicicleta, mas adoro conhecer novas modalidades, e há muito tempo meu amigo Marcelo Morgão, que é um verdadeiro waterman, me chamava para fazer uma travessia de canoa havaiana.
E em um desses flats, na quinta-feira de Páscoa, armamos a barca, pegamos as canoas e fomos para o porto da Barra. Existe toda uma logística para montar e desmontar as canoas, transportar com cuidado, pois os equipamentos não são nada baratos.
Montamos tudo, colocamos na água e depois foi só alegria curtindo o visual e a paz do oceano. Entendi perfeitamente como os antigos havaianos se sentiam, interagindo com a mãe natureza, se sentindo parte daquele ecossistema fantástico, absorvendo a energia do sol, do oceano.
Enquanto remava, olhava os peixes nadando próximos à canoa, tentando reconhecer aquele objeto estranho. Íamos conversando, eu e o velho Morga, sem esquecer de remar forte, para melhorar o condicionamento para o dia em que as ondas resolvessem dar o ar da graça.
A canoa, por sua aerodinâmica bem estreita, cortava as águas do Atlântico em uma boa velocidade, chegando a uns três nós. Eu, que nunca imaginei que pudesse ser assim, encontrei uma sensação semelhante ao surf.
Fizemos uma remada de uma hora, tomamos uma água no Mahi-Mahi e voltamos para casa amarradões. Principalmente eu, que na falta das ondas encontrei uma atividade que pudesse me manter em contato com o oceano.
E se o verão se estender do início de novembro até o final de abril? É claro que em alguns dias entra um swell ou outro (no período das chuvas até teve um tamanho), mas há cinco meses não temos nada consistente, constante, e a solução no meu caso foi buscar esportes alternativos que me mantenham com preparo e, óbvio, façam a endorfina e adrenalina trabalharem no corpo.
Constantemente pratico natação, corrida e bicicleta, mas adoro conhecer novas modalidades, e há muito tempo meu amigo Marcelo Morgão, que é um verdadeiro waterman, me chamava para fazer uma travessia de canoa havaiana.
E em um desses flats, na quinta-feira de Páscoa, armamos a barca, pegamos as canoas e fomos para o porto da Barra. Existe toda uma logística para montar e desmontar as canoas, transportar com cuidado, pois os equipamentos não são nada baratos.
Montamos tudo, colocamos na água e depois foi só alegria curtindo o visual e a paz do oceano. Entendi perfeitamente como os antigos havaianos se sentiam, interagindo com a mãe natureza, se sentindo parte daquele ecossistema fantástico, absorvendo a energia do sol, do oceano.
Enquanto remava, olhava os peixes nadando próximos à canoa, tentando reconhecer aquele objeto estranho. Íamos conversando, eu e o velho Morga, sem esquecer de remar forte, para melhorar o condicionamento para o dia em que as ondas resolvessem dar o ar da graça.
A canoa, por sua aerodinâmica bem estreita, cortava as águas do Atlântico em uma boa velocidade, chegando a uns três nós. Eu, que nunca imaginei que pudesse ser assim, encontrei uma sensação semelhante ao surf.
Fizemos uma remada de uma hora, tomamos uma água no Mahi-Mahi e voltamos para casa amarradões. Principalmente eu, que na falta das ondas encontrei uma atividade que pudesse me manter em contato com o oceano.
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