Onde queremos colocar o surf?
Fabrício Fernandes convoca união para elevar o surf a outro patamar
Por: Fabrício Fernandes
Pensava sobre isso ao ler os comentários da maioria das matérias em diversos sites de surf. Muitas dessas matérias eram textos realmente bons, que me faziam viajar no tempo e espaço em várias partes do mundo. Outras eram de campeonatos, preparação física, comportamento, parte técnica e muita coisa que com certeza agrega valor ao esporte.
Mas, para minha surpresa, a maioria dos comentários era de pessoas arrumando motivos banais para brigar entre si, criticar ou denegrir a imagem de alguém.
Qual seria o motivo, ou mesmo o objetivo disso? Por que em vez de nos xingarmos ou nos degladiarmos para mostrar que somos locais deste ou daquele pico não usamos essa força para melhorar as condições de saneamento das nossas praias? A quantidade de esgoto e lixo com certeza vai acabar com o prazer do surf antes do crowd.
Por que as críticas não são feitas de forma construtiva junto às associações e federações para que sejam feitos mais eventos em prol do crescimento do esporte?
Aqui na Bahia, por exemplo, foram realizados vários eventos internacionais este ano. Mas é preciso mais, muito mais.
Precisamos trabalhar a divisão de base, conscientizar a garotada sobre comportamento, drogas, educação, ecologia, técnicas de competição, preparação física, entre outros aspectos.
Se existe crise, o que é real em todos os setores, devemos criar circuitos treinos, enxutos em premiação, mas que possam manter os atletas no rip.
Criar equipes eficientes de profissionais que possam junto às federações e associações desenvolver novos projetos, captar recursos e patrocínios não somente das marcas de surf, mas de fora do segmento (Coca-Cola, Nescau e até a Globo já patrocinaram atletas e eventos no passado).
Críticas e discussões serão sempre bem vindas e necessárias, mas aquelas que têm o intuito de fazer com que todos cresçam. Aquelas que tragam mudanças e que um dia proporcione com que muitos possam viver do esporte.
Meu pico, seu pico, local de quê? É hora de deixar as diferenças de lado e unirmos forças para elevar o surf a outro patamar.
Mas, para minha surpresa, a maioria dos comentários era de pessoas arrumando motivos banais para brigar entre si, criticar ou denegrir a imagem de alguém.
Qual seria o motivo, ou mesmo o objetivo disso? Por que em vez de nos xingarmos ou nos degladiarmos para mostrar que somos locais deste ou daquele pico não usamos essa força para melhorar as condições de saneamento das nossas praias? A quantidade de esgoto e lixo com certeza vai acabar com o prazer do surf antes do crowd.
Por que as críticas não são feitas de forma construtiva junto às associações e federações para que sejam feitos mais eventos em prol do crescimento do esporte?
Aqui na Bahia, por exemplo, foram realizados vários eventos internacionais este ano. Mas é preciso mais, muito mais.
Precisamos trabalhar a divisão de base, conscientizar a garotada sobre comportamento, drogas, educação, ecologia, técnicas de competição, preparação física, entre outros aspectos.
Se existe crise, o que é real em todos os setores, devemos criar circuitos treinos, enxutos em premiação, mas que possam manter os atletas no rip.
Criar equipes eficientes de profissionais que possam junto às federações e associações desenvolver novos projetos, captar recursos e patrocínios não somente das marcas de surf, mas de fora do segmento (Coca-Cola, Nescau e até a Globo já patrocinaram atletas e eventos no passado).
Críticas e discussões serão sempre bem vindas e necessárias, mas aquelas que têm o intuito de fazer com que todos cresçam. Aquelas que tragam mudanças e que um dia proporcione com que muitos possam viver do esporte.
Meu pico, seu pico, local de quê? É hora de deixar as diferenças de lado e unirmos forças para elevar o surf a outro patamar.
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