Sopro de esperança
Em clima natalino, Fabrício Fernandes celebra primeiro ano do SurfBahia
Por: Fabrício Fernandes
Domingo à noite, quase véspera de Natal, encontro Ader em uma feirinha de lembranças na orla de Salvador, e ele, sempre com aquele sorriso amistoso, me diz que colocou meu nome no texto comemorativo de um ano do site SurfBahia e eu nem tinha feito comentários.
Realmente fiquei devendo, e por isso pensei em escrever algo bem bacana.
Em um período em que o surf baiano entrou no ostracismo, o SurfBahia dropa na da série como um sopro de esperança para aqueles que se sentem na beira do abismo quase a despencar.
A total falta de visão dos empresários e a saída de veículos especializados como o Taking, que fazia um excelente trabalho, deixaram órfão o surf baiano, sem um circuito profissional e com pouquíssimas etapas amadoras.
Fora alguns atletas guerreiros que na cara e na coragem mendigam inscrições para campeonatos e passagens para competir ou mesmo bancam dos seus próprios bolsos, a maioria vive sem perspectivas, sonhando com uma bela carreira que justifique o seu talento.
Nesse cenário encoberto por uma enorme miopia, três visionários percebem uma lacuna de mercado e, utilizando-se da revolucionária ferramenta eletrônica, a internet, lançam um produto de mídia perfeito, o SurfBahia.
Um site totalmente regional, com informes de campeonatos, total apoio aos atletas baianos em todas as partes do mundo, nas mais diversas modalidades (Surf, Long e Bodyboard, Kite, etc). Entrevistas com atletas e shapers, notícias sobre ecologia, e o mais importante, nesse primeiro ano de vida o SurfBahia nos fez sonhar!
Sonhamos com aquele Scar Reef animal de altos tubos, com os drops insanos na remada de Marcio Freire em Jaws e com o tubaço de Danilo Couto em Pipeline.
Sonhamos também em ser como Leonan, o herói local que levou a praia do Forte ao delírio no WQS, e como ele mesmo disse: "Imprimi o texto do SurfBahia e coloquei em um quadro na minha sala".
Muito ainda precisa ser construído, experimentado. Muitas pedras precisam ser retiradas do caminho e para continuar dropando a maior da série tem que ter preparo, força e talento, porque só um surfista conhece o sentimento...
Parabéns Ader, João, Jafé, SurfBahia!
Realmente fiquei devendo, e por isso pensei em escrever algo bem bacana.
Em um período em que o surf baiano entrou no ostracismo, o SurfBahia dropa na da série como um sopro de esperança para aqueles que se sentem na beira do abismo quase a despencar.
A total falta de visão dos empresários e a saída de veículos especializados como o Taking, que fazia um excelente trabalho, deixaram órfão o surf baiano, sem um circuito profissional e com pouquíssimas etapas amadoras.
Fora alguns atletas guerreiros que na cara e na coragem mendigam inscrições para campeonatos e passagens para competir ou mesmo bancam dos seus próprios bolsos, a maioria vive sem perspectivas, sonhando com uma bela carreira que justifique o seu talento.
Nesse cenário encoberto por uma enorme miopia, três visionários percebem uma lacuna de mercado e, utilizando-se da revolucionária ferramenta eletrônica, a internet, lançam um produto de mídia perfeito, o SurfBahia.
Um site totalmente regional, com informes de campeonatos, total apoio aos atletas baianos em todas as partes do mundo, nas mais diversas modalidades (Surf, Long e Bodyboard, Kite, etc). Entrevistas com atletas e shapers, notícias sobre ecologia, e o mais importante, nesse primeiro ano de vida o SurfBahia nos fez sonhar!
Sonhamos com aquele Scar Reef animal de altos tubos, com os drops insanos na remada de Marcio Freire em Jaws e com o tubaço de Danilo Couto em Pipeline.
Sonhamos também em ser como Leonan, o herói local que levou a praia do Forte ao delírio no WQS, e como ele mesmo disse: "Imprimi o texto do SurfBahia e coloquei em um quadro na minha sala".
Muito ainda precisa ser construído, experimentado. Muitas pedras precisam ser retiradas do caminho e para continuar dropando a maior da série tem que ter preparo, força e talento, porque só um surfista conhece o sentimento...
Parabéns Ader, João, Jafé, SurfBahia!
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